Os vagabundos cantam nas esquinas, tão soberbos quanto os soberanos "Ming's". Ninguém consegue cantar sozinho uma velha canção de tantos acordes. Mesmo que os sons do saxofone toquem enquanto, eu seu coveiro culpado ressoe com qualquer palavra de Simone de Beauvoir. Os bons ou ruins morreram e a deixaram de herança uma urna com poucas frases, junto à uma passagem de ida para Itália. Não se pode lembrar quantas imagens contariam a simples virada no tempo.
Onde os francos não tem vez o doutor dá risada. Trôpego como um anfitrião na estrada, tintilando seus centavos aos que querem centeio. Até você ontem a noite me contou uma anedota. Cantarolavam seu nome sob um ritmo de discórdia. Quem não comungar deste signo jamais entenderia poesia. Consistindo em ramos e ordens, regras e mercadorias, todos pareceríamos tolos quando a madame tocar a sua sinfonia. Oh Doce Senhora. Tempo idiota, muda toda vez que você sorri.
Uma senhora de vermelho, uma loira em um cabaré. Trezentos nazistas escrevendo um livro sobre uma águia cansada. Talvez te contem sobre o que explanar, talvez te usem e digam que a justiça divina dividirá os grãos contigo, mas o tempo idiota continua lá. Solitário como um casal à beira da morte, astuto como um sanguinário soviético. Entre linhas e mais linhas, os brandos e banhos seguirão as termas a continuar ousando até as três. O maquinista perdeu seu freio, enquanto mamãe trabalha a falta de pão, o garoto ainda segue como um guri, enquanto a testeira testa sua visão. Turva como sempre, um rio se faz de mais que gotas d'água. Bom senso jamais seria devido, entre tragos de cigarro e pseudo modernismo resistiria traumático. Estamos a beira de uma mudança, em um universo onde pouco se sabe e muito se discute. Cheio de frangos dados à cavalos e pontos apregoados com mau cuidado. Tempo idiota, muda toda vez que você sorri.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
sábado, 19 de novembro de 2011
E.A.S.Y.
Feche seus olhos, mas o faça bem! Aponte teus dedos, você sabe muito bem para quem. Encare seu destino, mas o encare bem. Se Deus não sabe o que me vale se calar a sua voz, tão pouco me fara enxergar um milagre apenas apagando as luzes. Tal qual Monalisa preguiçosa, andando em monumentos postiços. Um samba vagabundo de um cão ladrando, que embora neurótico, absoluto. Sorrindo pela boca do oceano, caminhamos erguendo-nos sobre montanhas. Para todos os centímetros que seu relógio possa contar, ficam-se os beijos para o oeste. Cantando, brilhando, soando, e postulando suas boas novas. Uma boa notícia para se perseguir. Café, Dylan e cigarros. Daremos à náutica uma estrela, uma estrela que surge no céu limpo. E toda noite esticamos as mãos para apanhar seu brilho. Queremos que eles saibam quem somos, apontando os dedos para cima e em fim entregar tudo de nós para nós mesmos de modo que ficaremos mais próximos.
O hall aberto, e o dia em fúria! Qualquer luz abrasiva abduzindo o cheiro de um nome que não se precisa ressoar. Tão bobo o caminho é, que tão interessante se tornam as botas nos pés. De faces virgens, de um conforto fanático, estamos todos aqui. Ela dizia não ter razões, mas a verdade estava conosco, deixando meus olhos cada vez mais fechados, meus toques cada vez mais intensos, que sempre que se virava, trazia consigo uma grande saudade.
Aquilo era tão rápido quanto as estações devem ser. Tanto quanto qualquer ladrão, ela roubara o coração. Dirigia-se sob o escuro envolta em tons, semi tons, e descompassos. Chovia, esquentava, e ainda assim estava de pés calcados ao chão, de modo que nem mesmo os que andam sob suas tumbas caminham descontentes.
Tão temente quanto qualquer oraculo. Cinófila, cosmopolitana a sina e o arrebatamento, a preguiça de um cão vadio, sobre saias e tormentas. Ela estava lá, loira. Suas hastes levantadas, seu carinho agarrado ao meu, todo o cone, todo nosso desatino. Palavras de velhos, para ações inesperadas de um caipira sonegador de si. Desfrute disso enquanto você pode.
domingo, 18 de setembro de 2011
Life on Mars?
Ela poderia cuspir nos olhos dos tolos, abraçada à um velho rapaz. E quando todos os marinheiros aportarem seu vigor rijo uns sob os outros, a América se ligaria em agonia de dez mil cavalos ou mais. "Dê-me uma olhada, você mexeu com a face errada." Diria ela em tons de desdém, gemendo como o timbre de uma velha gaiola envolta às dissonantes de um teclado utópico, fingindo no calor dos ombros o gozo dos lábios. Sim, "We have!".
Não mais que uma quimera, não menos que uma morte lenta e sagaz, ali, aqui, jamais estaria em casas de óperas, jorrando o desespero de um olhar feliz ao globo. A garota oferece ao homem de negro, ao negro, ao que se aproxima. Nossos braços dados, quebrados. Um tanto doces, padres e belas visões e boas vibrações voam como a chuva de uma face erguida, um soco, um ano preso ao seu olho, cinco anos em uma jaula brilhando como de fato é.
Todas as regras foram feitas para se destruir em prol de um anjo novo, quantitativamente harmonioso, focal. Ela vem assim como vai, tanto tropega quanto insinuativa, trançando suas pernas tal qual o bordado se risca, de modo que não estaria apart.
Granulados como o destino em três por quatro. "Eu sou o tubarão em um universo de espaço tempo em que você se prende." Não finja-se com a realidade de pequenos espaços divinos, como se realmente se importasse com seu olhar pálido e elétrico, a menos que ele evolva-se sob mim. O tempo em que um cigarro aponta sob o rosa de seus lábios, esticados entre dedos esquecidos, longo, longo suicídio em comum.
Não mais que uma quimera, não menos que uma morte lenta e sagaz, ali, aqui, jamais estaria em casas de óperas, jorrando o desespero de um olhar feliz ao globo. A garota oferece ao homem de negro, ao negro, ao que se aproxima. Nossos braços dados, quebrados. Um tanto doces, padres e belas visões e boas vibrações voam como a chuva de uma face erguida, um soco, um ano preso ao seu olho, cinco anos em uma jaula brilhando como de fato é.
Todas as regras foram feitas para se destruir em prol de um anjo novo, quantitativamente harmonioso, focal. Ela vem assim como vai, tanto tropega quanto insinuativa, trançando suas pernas tal qual o bordado se risca, de modo que não estaria apart.
Granulados como o destino em três por quatro. "Eu sou o tubarão em um universo de espaço tempo em que você se prende." Não finja-se com a realidade de pequenos espaços divinos, como se realmente se importasse com seu olhar pálido e elétrico, a menos que ele evolva-se sob mim. O tempo em que um cigarro aponta sob o rosa de seus lábios, esticados entre dedos esquecidos, longo, longo suicídio em comum.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Killer on the road...
Filho de Sam. Aquele que caminha na eterna sombra de um asno, envolto em soberbas e desfunções. Todos os tiros de um entusiasmo torpe, tropego, e absoluto. Ano de 1955, Caddilac's roubados, curvas perigosas dentro da BR que se pode chamar de inferno. Onde os gemidos voam carentes e a velha cobra negra geme e chacoalha seu rabo intermitentemente.
O palco, polvo que lhe abraça em eternos tentáculos, de modo que o vibrato alcança a forma mais desenvolta, cigarro na boca e um gosto eterno de pele entre os dentes. Vou indo baixo, com tua alma presa entre meus dentes. Na primavera de 69 que jamais lhe acometeu, das motocicletas que percebeu. Segue como um albatroz envolto em tempestades infinitas.
VHS, K7's, e outras bobagens transpõe todo o risco que jamais poderia largar. O vicio eterno de quem empunha Dolores entre os braços. As ásperas cordas vibrando entre seus dedos, de maneira que "Magic Fingers" seria um bom nome de disco, tal long play, gravado em 45 rotações.
Os duzentos quilômetros foram alcançados, todos os motéis da cidade baratos visitados, entretanto jamais a levei para casa, jamais lhe disse que você seria minha, de modo que a mansão dos mortos dizia-me a onde seguir, envolto em brasas, colegiais e detestáveis almas perdidas. Aquele em que apagara um cigarro em cada braço, que fisgaria uma alma com primor escandaloso, que trairia a si mesmo e se chamaria "Conquistador". Filho de Sam, filho do slide, filho de caipiras negros, absolutamente filho de si.
Aqui todas as notas soam como teclas negras, todos os sons ecoam como um verão sonolento. O banzo, o banjo e você Dolores equivoca.
domingo, 14 de agosto de 2011
wings of rats
For a little, just a little space!
I don't hear, but see it go tired,
Wash my skin and my breasts fill of hugs.
Clog your veins, and my own if necessary!
She saved your taste,
Small plastic soldier.
Cross the Falange, drunk and tired.
Only you and my own thoughts!
You can go,
I can go,
With my wings of rats!
His dry meat,
Cool skin, a scream and the same old words.
Just wait I get my bags and ruin
It retrieves both tired as I am.
Your shots, my bullets, his way, my lines.
Just me and my own thoughts.
I can go,
I can go with my wings of rats!
I don't hear, but see it go tired,
Wash my skin and my breasts fill of hugs.
Clog your veins, and my own if necessary!
She saved your taste,
Small plastic soldier.
Cross the Falange, drunk and tired.
Only you and my own thoughts!
You can go,
I can go,
With my wings of rats!
His dry meat,
Cool skin, a scream and the same old words.
Just wait I get my bags and ruin
It retrieves both tired as I am.
Your shots, my bullets, his way, my lines.
Just me and my own thoughts.
I can go,
I can go with my wings of rats!
terça-feira, 28 de junho de 2011
O Nascimento da Banda.
Você me dá sua mão, e então diz "Oi". Eu quase não consigo falar, meu coração está batendo tanto que qualquer um pode perceber. Você pensa que me conhece bem. Mas, você não me conhece, e eu tão pouco de você. Te digo que é minha garota, que é boa para mim, que qualquer manhã acordarei com teu nome tatuado no peito. Você me serve com uma xícara de café borbulhando, meus desejos no calor de qualquer braço, seus suspiros no amor de qualquer um de meus dentes.
Você me dá tudo de si, e é tão difícil lhe dizer quanto eu me perco no seu antigo estilo de dizer o meu nome. Talvez olhando através dos teus olhos, as notas negras de um piano soassem mais agradáveis, de modo que qualquer promessa que me faça não possa ser feito de uma traição e de todas as tentativas esquivas de um reflexo às flechas incendiárias indígenas. Somente o que pareça com um começo, ou mesmo como um fim. Todo o meu blues que encaixe em teus quadris, de qualquer maneira que escapemos, fujamos, e garota voltamos de volta para casa.
Todo som dos teus passos cabem dentro de uma pequena suíte. O reflexo de uma boa mão no poker. Sim garota, deixe-me abraçar sua mão! Tão lento quanto a ultima nota tocada, e mesmo que eu vivesse para sempre não sei se soltaria todos teus dedos. De uma velha canção voltam todos os pássaros para mim. Ao ingresso de uma pequena vitória, um pedaço tranquilo de sonho, mesmo que você me diga que é apenas uma boba canção, ainda está em toda a minha imaginação.
Você diz que “Os rubis são como sonhos”, mesmo que não o vejam eu te digo que o Rubi é você.
Não sempre o que você parece, e embora meu coração possa quebrar quando eu acordar, que seja assim. Você apenas não sabe o certo do errado e que nos seus olhos eu vejo todo o brilho de um.
Você me dá sua mão, e então você diz "Adeus". Eu vi você indo embora, ao lado de um sujeito sortudo. Entremeando todo o seu consigo com o juntos. Você nunca saberá, o único que te amou assim. Bem, você não me conhece.
sábado, 25 de junho de 2011
Spinning Wheel
Ele ia andando pela rua meio apressado, sabia que estaria sendo vigiado. Chutou latas e procrastinou seus desejos como um tiro no escuro. Culto o inculto de todas as formas de relações humanas. O homem que abrasivo, comia de pé e ajoelhava para o sexo. Can't Buy your love, ele diria em tons e dissonantes formicas. Absolutamente desgastado, caindo pelos eixos de seus nobres pares de botas, esperava a única esquina que se virasse contra si o arremedo de amor, o arremedo de dor, e as poucas canções que jamais saberiam descrever. Aguardava como uma sentinela o tiro, o gás, e o combustível para queimar seus velhos ossos em um destino episcopal. Talvez apenas estivesse sentado em uma cerca.
Sangue, doce e lagrimas tocavam uma nova canção, o ano de 72 devia ter sido agradável, lembrou de recordar. Toda a lixeira suja com excrementos sociais, e toda a grana que guardasse em seus bolsos certamente não lhe livrariam de seguir em frente, ou dar vários passos para trás, dizendo "Eu lhe amo babe, muito mais do que você imagina!" como um hit de verão passado, de modo que negligenciava seus poucos caminhos, abduzia almas e alimentava-se de pequenas garotas. Não fazia ideia de porque era perseguido, mas podia listar uma ou duas razões coerentes, uma ou outra Dolores abandonada. Suas calças apertadas, seu ar punk arrogante, e sua classe pouco abastada fariam de si mesmas a própria palavra. A própria espingarda de cano duplo.
O ar seco, do mesmo calibre das baixas expectativas. Os demônios tocando nas outras esquinas, e o gosto destemido de qualquer chiclete barato inundavam seus sentidos. O café amargo seria uma ultima salvação, um refugio do temor de nunca saber o que o acertaria, como uma trilha simples de respiro. Modo estupido de ver as coisas, camadas altas de indiscutíveis gostos pelo errado. Aqui jaz Zaratrusta, aqui jáz o homem criado pelo Jazz. Sincopado, textual. Jamais abraçaria um número impar, tanto quanto jamais criaria gêmeos siameses, a estes jogaria em um tanque cheio de Napalm, e ordenaria, "Queimem filhos da puta, queimem.". Esse seria o incio das joias da coroa. Um último trago, um pouco mais de desembaraço, on the rocks.
A cada pessoa que cruzava, imaginava-se morrendo, das maneiras mais inoportunas possíveis, de modo que de má educação seria talvez a pior delas. Os pequenos infantos eram os que escapavam de tão sonho maldito, a estes se sentia calmo, absolutamente tranquilo, mesmo que de fato uma legião de crianças poderiam arrancar sua pele e doar à industriais de abajour. Dos mendigos ou viciados em qualquer coisa, imaginava uma dura pena de troca de seus olhos por comida, ou mais drogas, as donas de casa, cairiam sobre si com facas de extirpar carnes, e cortariam seus rins apenas por diversão e exemplo, de modo que os pais do mundo estariam seguros sem o Satã na terra. De qualquer forma não imaginava-se em uma morte confortável, e não teria certamente.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Monólogos ao pé do ouvido #4
Advertência.
Este não é apenas um som advindo da gaita de fole. Não é apenas uma negação por si, e tão pouco exprime a preguiça de raposas bastardas, velhas, e unitárias.
Ao que consta aos poucos, de certa sorte. Ao brilho vago do ser artístico, do macaco de circo imitador de si mesmo, todo o meu esguio cavalo. Aos caboclos e babalorixás de porra nenhuma direi novamente. Olá.
Sim já lhe disse que tinha sapatos tristes, dados rolando e altas doses de excitação. Já lhes disse sobre a morte, amor, e trapaças, de modo que os canos fumegantes ainda tocam mais meu coração que qualquer espirito vivo tem o feito. Dos barcos que remam à Cartago, aos centímetros mundiais em que os braços não tocam, tudo se remonta em olhar pela janela, a ver passar e transpor em um clima nublado de "Such a lucky Guy". Maldita poeira nas botas que resiste. Maldita sejam todas as baixas expectativas, o ser inválido que retoma por vezes toda a imaginação. Cigarros, destilados e novamente Troia. A epopeia do mundo antigo certamente é mais confortante.
Doses literárias não absorvem o espirito. Não comovem como anteriormente, e já não confessam sentidos. A busca pela musa é apenas um monólogo longo e inexistente, de qualquer maneira, qualquer bobagem descrita não cabe apenas em minhas calças apertadas.
Advertência.
Está não é mais uma história real, não baseia-se em curvas de garotas, beijos de envenenados e tão pouco em boa noite Cinderelas. Aos que pagam por cadeiras simples batam palmas, todos os outros sentinelas sentados em cadeiras caras que chacoalhem suas joias.
Este não é apenas um som advindo da gaita de fole. Não é apenas uma negação por si, e tão pouco exprime a preguiça de raposas bastardas, velhas, e unitárias.
Ao que consta aos poucos, de certa sorte. Ao brilho vago do ser artístico, do macaco de circo imitador de si mesmo, todo o meu esguio cavalo. Aos caboclos e babalorixás de porra nenhuma direi novamente. Olá.
Sim já lhe disse que tinha sapatos tristes, dados rolando e altas doses de excitação. Já lhes disse sobre a morte, amor, e trapaças, de modo que os canos fumegantes ainda tocam mais meu coração que qualquer espirito vivo tem o feito. Dos barcos que remam à Cartago, aos centímetros mundiais em que os braços não tocam, tudo se remonta em olhar pela janela, a ver passar e transpor em um clima nublado de "Such a lucky Guy". Maldita poeira nas botas que resiste. Maldita sejam todas as baixas expectativas, o ser inválido que retoma por vezes toda a imaginação. Cigarros, destilados e novamente Troia. A epopeia do mundo antigo certamente é mais confortante.
Doses literárias não absorvem o espirito. Não comovem como anteriormente, e já não confessam sentidos. A busca pela musa é apenas um monólogo longo e inexistente, de qualquer maneira, qualquer bobagem descrita não cabe apenas em minhas calças apertadas.
Advertência.
Está não é mais uma história real, não baseia-se em curvas de garotas, beijos de envenenados e tão pouco em boa noite Cinderelas. Aos que pagam por cadeiras simples batam palmas, todos os outros sentinelas sentados em cadeiras caras que chacoalhem suas joias.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Skinny #1
When she is consumed with the rain
I give you coverage.
Stealing like all clowns,
await your songs and spells.
As far as I,
she thinks we're going somewhere else.
As far as I,
I followed it to the end,
and fall.
We could have played well,
Wrapped in a red ladies.
Boxes full of laughter,
diligence that would never reach the destination.
Notes would have much more to say,
more in many of these do not always arrive the next morning.
It is not my last sentence
I am no longer holding.
One day I think it had much to give,
still can not hear your phone ring.
I will not only hear your voice.
Even today, everyone sees you coming and going.
I have a number attached to the chest.
A pain that uses fire.
I'm not just the wheel to hear his voice,
or another point of view.
I give you coverage.
Stealing like all clowns,
await your songs and spells.
As far as I,
she thinks we're going somewhere else.
As far as I,
I followed it to the end,
and fall.
We could have played well,
Wrapped in a red ladies.
Boxes full of laughter,
diligence that would never reach the destination.
Notes would have much more to say,
more in many of these do not always arrive the next morning.
It is not my last sentence
I am no longer holding.
One day I think it had much to give,
still can not hear your phone ring.
I will not only hear your voice.
Even today, everyone sees you coming and going.
I have a number attached to the chest.
A pain that uses fire.
I'm not just the wheel to hear his voice,
or another point of view.
sábado, 11 de junho de 2011
Old Fangs - Prepúcio.
Dia nublado, algumas sensações no ar eram tão pertinentes quanto qualquer fumaça inalada. No carrossel de emoções da vida, tudo o que você ganha lhe faz um pouco mais forte. Onde os bêbados seguem o blues, e os viciados se deleitam com o jazz on the rocks, o objeto sonoro sai de minha arma como a felicidade se propõe em um cano fumegante. As mentiras do choro austero infanto juvenil. O old fashion se misturando com o demônio a arrastado ao inferno. Chá, café, ovos fritos, e muitas gotas de óleo advindos do bacon, da sujeira, da sarjeta, de você.
Ele sentava-se todos os dias na mesma mesa, singularmente solitário com seu ar preguiçoso, desajustado e completamente abastado em um terno, quase sempre negro, de camisa branca, gravatas milimétricas e meias tão negras quanto qualquer quebra de conduta teria de ser. Tinha em sua estatura pouco mais de um metro e setenta e sete centímetros, de modo que jamais alcançaria os céus, a sua maneira jamais gostaria de alcançar os céus.
Me impressiona a forma como ele se movia na mesa, passava envolto em papeis, jornais e canetas um dia inteiro, e dia após dia ganhava a presença de senhores e senhoras, das mais variadas formas. Essas conversas giravam em torno de poucos minutos, tempo de um café, tempo de um cigarro queimar. Por vezes ele limitava-se a susurrar poucas palavras, por vezes ele mostrava seu entusiasmo sob forma de gargalhadas de tal forma que nunca sabia do que se tratava.
Parecia não ver, tocar, sentir ou ouvir minhas palavras. Abduzia-me por isso. transpunha-me por isso. Transcendia-me por isso. Enfim, era engraçado como apenas sentia que seus olhos se fascinavam pelo tintilar dos meus patins no assoalho, de tal forma que sempre que fazia um pedido, limitava-se a fixar seu olhar para baixo, esse olhar era como uma bomba nuclear.
Ele sentava-se todos os dias na mesma mesa, singularmente solitário com seu ar preguiçoso, desajustado e completamente abastado em um terno, quase sempre negro, de camisa branca, gravatas milimétricas e meias tão negras quanto qualquer quebra de conduta teria de ser. Tinha em sua estatura pouco mais de um metro e setenta e sete centímetros, de modo que jamais alcançaria os céus, a sua maneira jamais gostaria de alcançar os céus.
Me impressiona a forma como ele se movia na mesa, passava envolto em papeis, jornais e canetas um dia inteiro, e dia após dia ganhava a presença de senhores e senhoras, das mais variadas formas. Essas conversas giravam em torno de poucos minutos, tempo de um café, tempo de um cigarro queimar. Por vezes ele limitava-se a susurrar poucas palavras, por vezes ele mostrava seu entusiasmo sob forma de gargalhadas de tal forma que nunca sabia do que se tratava.
Parecia não ver, tocar, sentir ou ouvir minhas palavras. Abduzia-me por isso. transpunha-me por isso. Transcendia-me por isso. Enfim, era engraçado como apenas sentia que seus olhos se fascinavam pelo tintilar dos meus patins no assoalho, de tal forma que sempre que fazia um pedido, limitava-se a fixar seu olhar para baixo, esse olhar era como uma bomba nuclear.
domingo, 5 de junho de 2011
Howlin' For You Next Girl!
"Por favor pegue a minha mão!" - Gritou em alto e bom som, prosseguindo com seu bom e velho, "Não existe volta daqui!". O português falho de todos nós que somos acometidos por uma pressão externa, que condizem com uma licença nada poética, e uso indevido de metáforas tópicas, cairiam como luvas nas mãos de um jovem casal posto a prova em Vegas City. Sua fuga alucinante narrada pelas películas cinematográficas de categoria B, constariam de um enredo vermelho, de uma densidade amarela, de várias balas, paixões e uísque. Seus nomes? Miss Mistery and Midnight.
Todas as luzes estão acesas, o cassino está em chamas, mil e um corpos surrupiados de adolescentes bêbadas, adultos adúlteros, e camareiras fugitivas. Toda poeira que caberiam em minhas botas diziam sobre os sapatos de dançarina dela. De modo que qualquer alusão ao obvio seria de extrema indelicadeza. A elegância que me consta estão em seus olhos, nas poucas palavras que ouvi de sua boca. Senhorita mistério, senhorita doze de copas. A verdade é que não sei se estaria a par de um par de damas como ela, mas certo que me bastaria uma. Uma com suas curvas, com teu feitiço. Mesmo que de fato ela não me queira e que o flerte seja uma brincadeira eterna, assim como vários ainda assim suas garras fariam meu mod rocker redneck voltar a ter sentido.
On the rocks again. E cá estamos, mesas, histórias sem métricas, e uma musa que não se mostra. De certo dei meus tiros ao escuro, e baleei vários imbecis. Costurei com sua pele uma maldade que fez de mim o anti-herói próprio e nada mascarado. Meu monologo é e sempre será como o de Vegas, dados nas mãos, sensações de poder balançar suas joias em minhas mãos. Sim você tem mais joias nos olhos que a coroa, de maneira que qualquer intervenção tem de ser vulgarizada ao "ugly", inconscistente eu sei.
Eu lhe disse querida que preciso de uma musa. Que rolo meus dados por você, que a carrego ate Vegas e assumo o matrimonio novamente! Delimito suas curvas com os traços em papel! Escrevo melodias que nunca saíram do mesmo, e desta forma, mesmo eu criminoso, Elvis, e jogador compulsivo posso dizer-te. Got to roll me!
Todas as luzes estão acesas, o cassino está em chamas, mil e um corpos surrupiados de adolescentes bêbadas, adultos adúlteros, e camareiras fugitivas. Toda poeira que caberiam em minhas botas diziam sobre os sapatos de dançarina dela. De modo que qualquer alusão ao obvio seria de extrema indelicadeza. A elegância que me consta estão em seus olhos, nas poucas palavras que ouvi de sua boca. Senhorita mistério, senhorita doze de copas. A verdade é que não sei se estaria a par de um par de damas como ela, mas certo que me bastaria uma. Uma com suas curvas, com teu feitiço. Mesmo que de fato ela não me queira e que o flerte seja uma brincadeira eterna, assim como vários ainda assim suas garras fariam meu mod rocker redneck voltar a ter sentido.
On the rocks again. E cá estamos, mesas, histórias sem métricas, e uma musa que não se mostra. De certo dei meus tiros ao escuro, e baleei vários imbecis. Costurei com sua pele uma maldade que fez de mim o anti-herói próprio e nada mascarado. Meu monologo é e sempre será como o de Vegas, dados nas mãos, sensações de poder balançar suas joias em minhas mãos. Sim você tem mais joias nos olhos que a coroa, de maneira que qualquer intervenção tem de ser vulgarizada ao "ugly", inconscistente eu sei.
Eu lhe disse querida que preciso de uma musa. Que rolo meus dados por você, que a carrego ate Vegas e assumo o matrimonio novamente! Delimito suas curvas com os traços em papel! Escrevo melodias que nunca saíram do mesmo, e desta forma, mesmo eu criminoso, Elvis, e jogador compulsivo posso dizer-te. Got to roll me!
quinta-feira, 26 de maio de 2011
On the day that I get the blues
On the day that I get the blues
It is made to flood the hearts of cigar smoke,
Please send a pill, a gramophone!
It is suspected of drums as sessions, nicotine, and
For your prayer is almost as long as the song of the black keys!
when she shakes her flag
Oh! escape your lonely thoughts
When she swings her hips,
Oh Girl! That is like calling a friend!
Evil, and she makes me fly
As high as a bird lazy.
Cool, cool, with a bastard sound.
It is designed to make the words of his mother not avail,
A long shot, a drink in the next birth.
A bad company, a new step, tarot cards
Babe what can you bring to me?
When she shakes her flag
Oh! escape your lonely thoughts
When she swings her hips,
Oh Girl! That is like calling a friend!
Evil, and she makes me fly
as high as a lazy bird.
Cool, cool, with a bastard sound.
domingo, 22 de maio de 2011
Monólogos ao pé do ouvido #03
Quase meia noite no covil do criador. As rotações por minuto soavam viris, transpondo todos os caminhos de sexo, liturgia e liberalismo social possíveis em um só disco. Mesmo assim não estamos nenhum pouco felizes. A concordância falha, os atos falhos, fálicos como uma torre, másculo como o absorvendo do universo! Gramophones, Long plays e compact disc, tudo se renova, gráfica ou imaginariamente.
O filtro do cigarro quase sempre é um temor a ser aceito, qualquer fonte de inspiração astuta comenta meus adultérios. Adultos, físicos, adúlteros!
A criação que tanto demanda do tempo, às mais que qualqueres criações austeras, de modo que mesmo que a gramática sinta-lhe falta, e todos os mortos comentem sua teia sociopata, ainda assim o copo estará completamente cheio e vazio. Espaços vagos e vagas lembranças do que já se foi. O Pete diria que "ninguém sabe como é ser um homem mau..." e nenhum mod poderia envelhecer tranquilo. De fato. Dos arrepios lembro-me pouco, das memorias boas algum desejo de retorno e dos dias caóticos ando convivendo e não aprendendo convincentemente. Teoricamente não existem astros, estrelas e tão pouco artistas, contudo, lixeiros são quase isso.
Ficaremos com o único, o tópico, o fantasioso.
Unitário.
O filtro do cigarro quase sempre é um temor a ser aceito, qualquer fonte de inspiração astuta comenta meus adultérios. Adultos, físicos, adúlteros!
A criação que tanto demanda do tempo, às mais que qualqueres criações austeras, de modo que mesmo que a gramática sinta-lhe falta, e todos os mortos comentem sua teia sociopata, ainda assim o copo estará completamente cheio e vazio. Espaços vagos e vagas lembranças do que já se foi. O Pete diria que "ninguém sabe como é ser um homem mau..." e nenhum mod poderia envelhecer tranquilo. De fato. Dos arrepios lembro-me pouco, das memorias boas algum desejo de retorno e dos dias caóticos ando convivendo e não aprendendo convincentemente. Teoricamente não existem astros, estrelas e tão pouco artistas, contudo, lixeiros são quase isso.
Ficaremos com o único, o tópico, o fantasioso.
Unitário.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Speak Low. #1
Seu dedo apontava feito um gatilho de felicidade quente. O cano curto fumegante, bruto e ímpar. Aos ventos do oeste que balançam teu chapéu, às frustrações que comandam teus olhos verdes em manto hermético. Nada deverás seria de fato aproveitado por aquele corpo sujo, apela à mente limpa e ao trapo envolto em tuas graças. "Para a forca, com toda a presa dos milímetros de suas arestas!". Pronunciava o inoportuno, de modo que a fumaça que dizia amar-te varia toda a gratificação de um beijo seu. Roubado que fosse, e digno de um tapa, esbofeteado como as tentativas de empregar a seus sapatos o amor à traseiros.
O cigarro que apanhava os dentes de marfim daquele infeliz, abduziam os corações das mais jovens, velhas e dementes moças. Atribuía ao gozo popularescos, palavras inexistentes, textos descompactados e nenhuma métrica. Nenhum prazer em absoluto se não o próprio. Nem mesmo o ganho alheio aos pêlos retirados de seu gato outorgavam a voz rouca de seus motores. Bastavam esclarecimentos póstumos à lapide, ao fake, ao endosso e mal emprego de grafismos.
Sujeito de emprego estável, vida mansa, e prólogos longos. Não espera por você, não corresponde você e não te faz apenas a única, de modo que também não traria consigo a alcunha de conquistador de terras distantes, de gerações mortas ou postos de coleta. Cada dia menos astuto, menos drásticos, e pouco enfático.
O cigarro que apanhava os dentes de marfim daquele infeliz, abduziam os corações das mais jovens, velhas e dementes moças. Atribuía ao gozo popularescos, palavras inexistentes, textos descompactados e nenhuma métrica. Nenhum prazer em absoluto se não o próprio. Nem mesmo o ganho alheio aos pêlos retirados de seu gato outorgavam a voz rouca de seus motores. Bastavam esclarecimentos póstumos à lapide, ao fake, ao endosso e mal emprego de grafismos.
Sujeito de emprego estável, vida mansa, e prólogos longos. Não espera por você, não corresponde você e não te faz apenas a única, de modo que também não traria consigo a alcunha de conquistador de terras distantes, de gerações mortas ou postos de coleta. Cada dia menos astuto, menos drásticos, e pouco enfático.
sábado, 23 de abril de 2011
You now is under my fist. Wait.
O vento fugaz, continuo. Até os prósperos padecem de sentir. Brilhos e imagens tão rápidas quanto qualquer ponto eletrônico. Onde está o caminho fácil, a prática torpe, e quando que perderá o prumo? Onde a vulgaridade mora, não reside o fraco, e onde estamos fracos?
Aos poucos agradeço as injustiças que se recaem sobre mim, e a forma como todos os poemas furtam meu sono. Aos respingos dos persistentes eu dou meu aplauso. Sem quimeras, sem um falso sorriso acadêmico, sem que uma moral desenvolva eu dou o meu alô, estranho, longínquos e agudo. Aqui onde não reside mais o ópio, a flâmula de um amor extenso o grito de um corpo em êxtase, ainda promove um campo de segurança, de fontes franciscanas, de orgulho sujo. Mesmo que distante ainda estou aqui, perto e preventivo.
Todo o meu som e energia está hoje condensado, triste, puto e animal. Aguarde aos sons do próximo hit, aos gritos do próximo infeliz que cruza limites. Filhos da anarquia, estou puro instinto, puro sangue na boca. Um diabo sujo encostado e acometido por vingança, e nada será mais pleno que isso! Não estou a ser o orgulhoso ou encaminhar a ira contra um absurdo simplificado. Não quero não ser absurdo ao pior estilo redneck que poderei ser! Não sou um bom moço, e definitivamente não serei bom pra você!
Ao canalha darei as solas de minhas botas. Lhe direi uma vez, e não mais que uma, afaste-se dela, afaste-se dos crimes que pretendeu. Se esconda, mas não pense que algum banheiro sujo vai ser suficiente para estar a salvo de seu pecado, tão pouco de minhas mãos. Seu tempo chegou querido!
Aos poucos agradeço as injustiças que se recaem sobre mim, e a forma como todos os poemas furtam meu sono. Aos respingos dos persistentes eu dou meu aplauso. Sem quimeras, sem um falso sorriso acadêmico, sem que uma moral desenvolva eu dou o meu alô, estranho, longínquos e agudo. Aqui onde não reside mais o ópio, a flâmula de um amor extenso o grito de um corpo em êxtase, ainda promove um campo de segurança, de fontes franciscanas, de orgulho sujo. Mesmo que distante ainda estou aqui, perto e preventivo.
Todo o meu som e energia está hoje condensado, triste, puto e animal. Aguarde aos sons do próximo hit, aos gritos do próximo infeliz que cruza limites. Filhos da anarquia, estou puro instinto, puro sangue na boca. Um diabo sujo encostado e acometido por vingança, e nada será mais pleno que isso! Não estou a ser o orgulhoso ou encaminhar a ira contra um absurdo simplificado. Não quero não ser absurdo ao pior estilo redneck que poderei ser! Não sou um bom moço, e definitivamente não serei bom pra você!
Ao canalha darei as solas de minhas botas. Lhe direi uma vez, e não mais que uma, afaste-se dela, afaste-se dos crimes que pretendeu. Se esconda, mas não pense que algum banheiro sujo vai ser suficiente para estar a salvo de seu pecado, tão pouco de minhas mãos. Seu tempo chegou querido!
terça-feira, 19 de abril de 2011
Don't Talk! Walk!
Eu tenho alguns segredos confinados dentro de algumas jaulas. O que eu posso dizer, não sou confiavél, nenhum marginal como eu poderia ser. Tão pouco, pobre de você honey! Eu acabo olhando a devoção do seu corpo ao meu, as reflecções na tua face, e todas as outras noticias velhas que se lê por ai como algo usual. Bem, frígido, de pensamentos tortos, torpes e confusos. Qualquer coisa que você faça não será o bastante para gente como eu. Eu, meu cano duplo e você babe! Culpa desta nação maldita, desse excesso de desapego plantado entre ciclos. Não importa o que direi, só se guie no fato que direi!
A voz nada sedutora que acumulava-se em torno de meus ouvidos, proclamando o ínicio de todo um final de caos, erguia se como um estandarte máscarado. Responsável por nada menos que furos, cortes e tiros. Sábia voz, entendia mesmo o que me aguardava, de modo que todo o controle mental chinês que poderia ter era completamente desfeito como um laboratório de Metanfetamina. Já mediram o peso da alma, e tudo é sempre muito inconclusivo, mas sabe-se o peso da própria. Estavamos prontos para o circo agora. Nem santificados, e tão pouco beatificados. Sem escolaridade, sem manejo, traquejo e com uma boa parcela de sangue frio. O suficiente diria.
For God Sake! Ela gritou, todos em volta pasmos, abrassivos com o rompimento do silêncio. cafés em seus copos extremecidos como o choro de um recém nascido em meio ao mar de lama pútrido! "For god SAKE!!!!", era enfático, cruel, destemido, e certa maneira medonhamente tesudo! Aos antidepressivos estava mais calado que o infernal ponto de encontro, aos sempre mesmos velhos bandidos, sorrisos maliciósos e carnivoros, e a mim mesmo um olhar que defloraria aquela persona como um cliente do Walt Mart deflora mercadorias não pagas. Nua, suja, e crua. Carne branca, negra ou parda. Não importariam os meios ou métodos, importam as curvas perigosas que traram o deleite.
Oriente-se rapaz, a nova presa foi gravada no seu pescoço! Perfume, jeito cigano, cigarro em posse de outro demônio. Por vezes seu dedo está apontado para outro lado, as vezes ela lhe confunde com um homem melhor! Barbitúritos, novos pós, outros riffs, aguardando um oriente proximo de você. Está noite todos nós teremos um longo caminho para a ruína!
Risadas altas, e um alto teor de más companhias.
Os cigarros entre os dentes e cabelos amarrados como samurai. Duas caras, feio, feito o diabo, cansativo feito teria de ser. Caminhante noturno onde caberiam milhões, vinhas de ira, vingança e gritos pelos absurdos. As vezes é melhor só escrever do que sobreviver.
Um bipe, uma noite nublada, cigarros aos cigarros, e o copos quase sempre vazios. Ela não te busca, ele finge que te ignora, e a dinâmica da vida prossegue, cheia de falhas furos e pauladas nas vossas cabeças de bunda. Não existem avatares, buscas pela grámatica perfeita, não aqui, não alí.
- Somos todos vira latas, filhos de mulheres jovens, pais astutos e soldados em exercício durante longos dias chuvosos.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Sejamos Gays. Juntos.
abril 12, 2011
Adriele Camacho de Almeida, 16 anos, foi encontrada morta na pequena cidade de Tarumã, Goiás, no último dia 6. O fazendeiro Cláudio Roberto de Assis, 36 anos, e seus dois filhos, um de 17 e outro de 13 anos, estão detidos e são acusados do assassinato. Segundo o delegado, o crime é de homofobia. Adriele era namorada da filha do fazendeiro que nunca admitiu o relacionamento das duas. E ainda que essa suspeita não se prove verdade, é preciso dizer algo.
Eu conhecia Adriele Camacho de Almeida. E você conhecia também. Porque Adriele somos nós. Assim, com sua morte, morremos um pouco. A menina que aos 16 anos foi, segundo testemunhas, ameaçada de morte e assassinada por namorar uma outra menina, é aquela carta de amor que você teve vergonha de entregar, é o sorriso discreto que veio depois daquele olhar cruzado, é o telefonema que não queríamos desligar. É cada vez mais difícil acreditar, mas tudo indica que Adriele foi vítima de um crime de ódio porque, vulnerável como todos nós, estava amando.
Sem conseguir entender mais nada depois de uma semana de “Bolsonaros”, me perguntei o que era possível ser feito. O que, se Adriele e tantos outros já morreram? Sim, porque estamos falando de um país que acaba de registrar um aumento de mais de 30% em assassinatos de homossexuais, entre gays, lésbicas e travestis.
E me ocorreu que, nessa ideia de que também morremos um pouco quando os nossos se vão, todos, eu, você, pais, filhos e amigos podemos e devemos ser gays. Porque a afirmação de ser gay já deixou de ser uma questão de orientação sexual.
Ser gay é uma questão de posicionamento e atitude diante desse mundo tão miseravelmente cheio de raiva.
Ser gay é ter o seu direito negado. É ser interrompido. Quantos de nós não nos reconhecemos assim?
Quero então compartilhar essa ideia com todos.
Sejamos gays.
Independente de idade, sexo, cor, religião e, sobretudo, independente de orientação sexual, é hora de passar a seguinte mensagem pra fora da janela: #EUSOUGAY
Para que sejamos vistos e ouvidos é simples:
1) Basta que cada um de vocês, sozinhos ou acompanhados da família, namorado, namorada, marido, mulher, amigo, amiga, presidente, presidenta, tirem uma foto com um cartaz, folha, post-it, o que for mais conveniente, com a seguinte mensagem estampada: #EUSOUGAY
2) Enviar essa foto para o mail projetoeusougay@gmail.com
3) E só :-)
Todas essas imagens serão usadas em uma vídeo-montagem será divulgada pelo You Tube e, se tudo der certo, por festivais, fóruns, palestras, mesas-redondas e no monitor de várias pessoas que tomam a todos nós que amamos por seres invisíveis.
A edição desse vídeo será feita pelo Daniel Ribeiro, diretor de curtas que, além de lindos de morrer, são super premiados: Café com Leite e Eu Não Quero Voltar Sozinho.
Quanto à minha pessoa, me chamo Carol Almeida, sou jornalista e espero por um mundo melhor, sempre.
As fotos podem ser enviadas até o dia 1º de maio.
Como diria uma canção de ninar da banda Belle & Sebastian: ”Faça algo bonito enquanto você pode. Não adormeça.” Não vamos adormecer. Vamos acordar. Acordar Adriele.
— Convido a todos os blogueiros de plantão a dar um Ctrl C + Ctrl V neste texto e saírem replicando essa iniciativa —
http://projetoeusougay.wordpress.com/
Adriele Camacho de Almeida, 16 anos, foi encontrada morta na pequena cidade de Tarumã, Goiás, no último dia 6. O fazendeiro Cláudio Roberto de Assis, 36 anos, e seus dois filhos, um de 17 e outro de 13 anos, estão detidos e são acusados do assassinato. Segundo o delegado, o crime é de homofobia. Adriele era namorada da filha do fazendeiro que nunca admitiu o relacionamento das duas. E ainda que essa suspeita não se prove verdade, é preciso dizer algo.
Eu conhecia Adriele Camacho de Almeida. E você conhecia também. Porque Adriele somos nós. Assim, com sua morte, morremos um pouco. A menina que aos 16 anos foi, segundo testemunhas, ameaçada de morte e assassinada por namorar uma outra menina, é aquela carta de amor que você teve vergonha de entregar, é o sorriso discreto que veio depois daquele olhar cruzado, é o telefonema que não queríamos desligar. É cada vez mais difícil acreditar, mas tudo indica que Adriele foi vítima de um crime de ódio porque, vulnerável como todos nós, estava amando.
Sem conseguir entender mais nada depois de uma semana de “Bolsonaros”, me perguntei o que era possível ser feito. O que, se Adriele e tantos outros já morreram? Sim, porque estamos falando de um país que acaba de registrar um aumento de mais de 30% em assassinatos de homossexuais, entre gays, lésbicas e travestis.
E me ocorreu que, nessa ideia de que também morremos um pouco quando os nossos se vão, todos, eu, você, pais, filhos e amigos podemos e devemos ser gays. Porque a afirmação de ser gay já deixou de ser uma questão de orientação sexual.
Ser gay é uma questão de posicionamento e atitude diante desse mundo tão miseravelmente cheio de raiva.
Ser gay é ter o seu direito negado. É ser interrompido. Quantos de nós não nos reconhecemos assim?
Quero então compartilhar essa ideia com todos.
Sejamos gays.
Independente de idade, sexo, cor, religião e, sobretudo, independente de orientação sexual, é hora de passar a seguinte mensagem pra fora da janela: #EUSOUGAY
Para que sejamos vistos e ouvidos é simples:
1) Basta que cada um de vocês, sozinhos ou acompanhados da família, namorado, namorada, marido, mulher, amigo, amiga, presidente, presidenta, tirem uma foto com um cartaz, folha, post-it, o que for mais conveniente, com a seguinte mensagem estampada: #EUSOUGAY
2) Enviar essa foto para o mail projetoeusougay@gmail.com
3) E só :-)
Todas essas imagens serão usadas em uma vídeo-montagem será divulgada pelo You Tube e, se tudo der certo, por festivais, fóruns, palestras, mesas-redondas e no monitor de várias pessoas que tomam a todos nós que amamos por seres invisíveis.
A edição desse vídeo será feita pelo Daniel Ribeiro, diretor de curtas que, além de lindos de morrer, são super premiados: Café com Leite e Eu Não Quero Voltar Sozinho.
Quanto à minha pessoa, me chamo Carol Almeida, sou jornalista e espero por um mundo melhor, sempre.
As fotos podem ser enviadas até o dia 1º de maio.
Como diria uma canção de ninar da banda Belle & Sebastian: ”Faça algo bonito enquanto você pode. Não adormeça.” Não vamos adormecer. Vamos acordar. Acordar Adriele.
— Convido a todos os blogueiros de plantão a dar um Ctrl C + Ctrl V neste texto e saírem replicando essa iniciativa —
http://projetoeusougay.wordpress.com/
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Exilio destes quadris!
O sax barítono toca alto, aquela guitarra dita todo o comportamento desses corpos quentes, negros, brancos e pardos que misturam-se nesse gospel as avessas, nesse gosto pela perdição. "Acenda mais um baseado, dance comigo a última canção até que toda essa merda saia das tuas botas!". A maldição do samba, do jazz, do cabaré em fogo esperando esses corpos afundarem mais e mais na meia noite da perdição! O mesmo gato negro que cruzou teu caminho, cruzou o meu, cantarolou alguns sonetos movendo seus lábios com gozo e perversão. O blues, o bonde chegou, embriagou, e convocou novos solidários.
Não me chamo diabo, nem mesmo andarilho cigano. Moribundo talvez, de fato os olhos seguem os teus e os teus fixam sob os meus. Minha voz dissonante, meus quadris tortos como em qualquer sex appeal, de dentes tortos que lhe abduzem a triste quando alta noite se guia, os carburadores sonegam o fôlego para mais uma dose, mais um corte, e muito mais do que cigarros escritos em todo esse chão de estrelas! Terra, tambores e a guia nas mãos. Aqui eles são todos como nós, cheios de pecados, santos, e trôpegos. Pintados como monstros, cansados e embriagados.
No rebolar dos meus quadris remontam-se os destinos, as motocicletas e os dados em chamas. Qualquer dose de uísque seria nosso tratamento homeopático. Nunca se preocupe, honey, eu tenho 6, 7 e um 9, prontos para usar. No meu caminho, poucos se guiam, muitos se contestam e você continua lendo, relendo, e relembrando o gosto daquele último beijo. Limpando a bosta das botas, sorrindo com flores mortes, sem se preocupar de ser quem está aquele velho timbre.
Já disse que tens sapatos tristes, maníacos depressivos comendo aos teus pés. Cabras, bodes e todos as famílias nobres condescendente com tua procrastinação diária. Aqui ainda estamos com o mesmo timbre, anos 50, bom e velho ronco de motor, ligado em um café irlandês com um rigoroso inverno, Virginia, Alabama, Nashville são logo alí.
Eu sou aquele que sufoca você, enforca a si mesmo, doa pedaços de carne para conceber e atraí cada vez mais parceiros de crime. Eu sou aquele que tem todas as diretrizes opiniões e sangue nas mãos para dizer o que é o gosto pelo imperfeito. Aquele que assim como os riscos de fumaça no céu te chama para uma volta de ida pelas tortuosas espinhas nos teus sapatos.
Não me chamo diabo, nem mesmo andarilho cigano. Moribundo talvez, de fato os olhos seguem os teus e os teus fixam sob os meus. Minha voz dissonante, meus quadris tortos como em qualquer sex appeal, de dentes tortos que lhe abduzem a triste quando alta noite se guia, os carburadores sonegam o fôlego para mais uma dose, mais um corte, e muito mais do que cigarros escritos em todo esse chão de estrelas! Terra, tambores e a guia nas mãos. Aqui eles são todos como nós, cheios de pecados, santos, e trôpegos. Pintados como monstros, cansados e embriagados.
No rebolar dos meus quadris remontam-se os destinos, as motocicletas e os dados em chamas. Qualquer dose de uísque seria nosso tratamento homeopático. Nunca se preocupe, honey, eu tenho 6, 7 e um 9, prontos para usar. No meu caminho, poucos se guiam, muitos se contestam e você continua lendo, relendo, e relembrando o gosto daquele último beijo. Limpando a bosta das botas, sorrindo com flores mortes, sem se preocupar de ser quem está aquele velho timbre.
Já disse que tens sapatos tristes, maníacos depressivos comendo aos teus pés. Cabras, bodes e todos as famílias nobres condescendente com tua procrastinação diária. Aqui ainda estamos com o mesmo timbre, anos 50, bom e velho ronco de motor, ligado em um café irlandês com um rigoroso inverno, Virginia, Alabama, Nashville são logo alí.
Eu sou aquele que sufoca você, enforca a si mesmo, doa pedaços de carne para conceber e atraí cada vez mais parceiros de crime. Eu sou aquele que tem todas as diretrizes opiniões e sangue nas mãos para dizer o que é o gosto pelo imperfeito. Aquele que assim como os riscos de fumaça no céu te chama para uma volta de ida pelas tortuosas espinhas nos teus sapatos.
domingo, 27 de março de 2011
Barbitúricos #02
Walk on the wild side. Com todas as melodias transpiradas, a locomotiva do próprio sabor suspeito que jamais passaria. Beat, freak, completamente ego. Nada além, de pessoas boas, más companhias, drinks no inferno e quatro seres atingidos por rebarbas de cinzas de cigarros nos olhos. Quatro! Gatos vadios, hipsters malditos, arrogantes juvenis, pedantes esses delinqüentes de aspiradores de pó, de modo que se do pó vieram, a ele iram voltar. Shoots, curvas, e trilhos que descarrilaram em uma Barbarela surealistica. Pontos e elos fracos, frouxos de um cosmopolitam brilhante. Sempre se guiam os olhos ao caminhante noturno, a Ruiva, a Miss Jones, o Sarcasmo e eu.
Tic taque, tic taque, e o isqueiro corrompe todas essas doces emoções, o monólogo cerebral corre como um uivo da coragem em uma matilha completa. Abismo, absinto, doses e homeopatia corporal! Tudo junto em um ambiente só! A prosaica, a epopéia, as palavras que saem sem qualquer cunho hominídeo, foram todas abduzidas por estações de metrô inexistentes, becos escuros não visitados e um bate estaca que não se cala. Tudo recai sob o despencar dos olhos.
Agonisticamente, a fúria juvenil se veste de branco, toma leite e diz que qualquer amfíbio gordo é alheio às perspectivas da nova era. Os poços de etanol deslumbrados com uma fogueira negra de fumaça sépia. Design, old school, redneck and anothers stuffs is cool. Aos infelizes os passageiros desse bonde da perdição dirigiriam suas palavras como uma piada no jornal de domingo. Caberiam maços e prostitutas no bordel, trancado ao deleite do olho mais cortez. Nada de musas, galináceos, ou objetos de fetiche invisíveis. As discussões seriam as de como escapar da caixa, o tom noir deixado para o passado, e o arrasto da chuva inflamaria qualquer intenção de probabilidade digna. Dignidade é paras os fracos que sonham com ela de nove as vinte duas. Nós bandidos de caddilacs falsos, andamos a pé e estapiamos amantes, passionais e engaiolados em um ambiente retrô que não sobrevive, de modo que nenhuma luz da ribalta representa tamanho desconformismo.
Os riscos postos ao rico obtuso inflamável e lúdico entretem mais que garotas semi nuas em jaulas. Amsterdan, Chealse girls, e surpresas em jatos aéreos são negros, de modo que do negro viemos, e à ele cuspiremos a volta pode ter certeza filho
Tic taque, tic taque, e o isqueiro corrompe todas essas doces emoções, o monólogo cerebral corre como um uivo da coragem em uma matilha completa. Abismo, absinto, doses e homeopatia corporal! Tudo junto em um ambiente só! A prosaica, a epopéia, as palavras que saem sem qualquer cunho hominídeo, foram todas abduzidas por estações de metrô inexistentes, becos escuros não visitados e um bate estaca que não se cala. Tudo recai sob o despencar dos olhos.
Agonisticamente, a fúria juvenil se veste de branco, toma leite e diz que qualquer amfíbio gordo é alheio às perspectivas da nova era. Os poços de etanol deslumbrados com uma fogueira negra de fumaça sépia. Design, old school, redneck and anothers stuffs is cool. Aos infelizes os passageiros desse bonde da perdição dirigiriam suas palavras como uma piada no jornal de domingo. Caberiam maços e prostitutas no bordel, trancado ao deleite do olho mais cortez. Nada de musas, galináceos, ou objetos de fetiche invisíveis. As discussões seriam as de como escapar da caixa, o tom noir deixado para o passado, e o arrasto da chuva inflamaria qualquer intenção de probabilidade digna. Dignidade é paras os fracos que sonham com ela de nove as vinte duas. Nós bandidos de caddilacs falsos, andamos a pé e estapiamos amantes, passionais e engaiolados em um ambiente retrô que não sobrevive, de modo que nenhuma luz da ribalta representa tamanho desconformismo.
Os riscos postos ao rico obtuso inflamável e lúdico entretem mais que garotas semi nuas em jaulas. Amsterdan, Chealse girls, e surpresas em jatos aéreos são negros, de modo que do negro viemos, e à ele cuspiremos a volta pode ter certeza filho
quinta-feira, 24 de março de 2011
I Put a Spell On You
Olhos brilhantes, anel de diamantes, "on the rock's" sobre a mesa. Das presas fáceis não se tira nada, e essa era a regra, de modo que nenhum filho de pregador conseguiria cantar um louvor tão louco quanto aquele coração. Somente os garotos perdidos abrigariam seus quadris de maneira tão juvenil quanto um lobo de presas largas. A presa, a velocidade, e toda aquela bobagem estomacal entranhava um simples sabor de gozo particularmente colocado como um feitiço em ti. Das vozes onde o canibalismo começava, terminavam teus gemidos! Olhos brilhantes.
Todos os tambores, e nem todos os cânticos de Vudu jamaicano seriam capazes de se mostrarem mais abrasivos que tuas mãos, quentes, difíceis, cheias de detalhes onde aguardavam a chave da disponibilidade, entretanto, o eu vagabundo, mantive-me a distância, de modo a comprar um cadillac. Nascido sobre um mau signo, eu plantei um feitiço em você. Dos mangues do Alabama, aos terreiros do candomblé! Todas as trilhas soavam como sons de crocodilos, todo o redneck pride autenticamente comovido pelo chacoalhar de suas curvas, "Shake Your Hips Honey" e faça de mim um filho pródigo.
Santa Madre Cassino pegava fogo quando tocava seus velhos clássicos. Todas as strippers perdiam o sabor em torno de tigres de bengala, entretanto logo o fio solto seria puxado, e todas as atenções se voltariam para o mau nascer do sol. Final da noite, bebedeiras e bitucas de cigarros comporiam mais uma canção. O crupiê estaria entretido, os seguranças mau pagos, e todos os gatos mau trapilhos aguardando um coração cheio de alma. A santidade não teria cabimento dentro daquele corpo, e os pensamentos impuros corroeram aquela garota, de modo que todo o feitiço volta, e atinge seu corruptor. Ah Santa Madre Cassino, aos indíos alcoólatras que corroboram com todas as abstrações que seus olhos me causam! Ah ao desapego, e ao apego de sua carne tremula. Ao que indica dos antigos rituais, se remonta um pequeno projeto de vida. Um orgulho que não cede, uma sede que não termina. Entre poucas e boas ela estaria guardada entre meus rins.
Treze velas acessas, Jambalaya tocava novamente sua velha canção, country, botas e motocicletas. Mata-me se preciso, dê dois tiros no feiticeiro e esteja comigo! O crânio entalhado sob meu corpo carniceiro como é, albatroz que plana sobre o deserto seguindo seus traços! Eu coloquei um feitiço em você, por você ser minha! As doses, e aos filhos das doses. Do flerte às flechas ateadas de fogo! Por você não prometo tomar jeito na vida, mas emaranha-la de um gosto alcoólico, abrasivo e nada tênue. Não me tornaria um pai de família tão pouco largaria o roqueenrou, mas adentraria a cada centímetros da sua pele rabiscando linhas e solfejos, de modo que não seria eu o catador de algodão, mas o redneck do próximo bar sempre!
Riders on the Storm, e novamente Dallas se faria maior que apenas poucos sonhos. Da aculturação, aos pedaços de saliva cicatrizados confortariam nossos corações! A jukebox tocaria sempre as velhas canções e Elvis não estaria gordo, mas orgulhoso de nosso pouco comportamento. Não colocaria meus serviços dentro de qualquer linha normativa básica. Não seria eu um culto, um charmoso cavalheiro refinado, de modo que também não deixaria de trazer à você como minha dama. A valsa no salão convidativa, os gritos e suspiros abstraídos pelos teus sorrisos e a Santa Madre Cassino servindo com aconchego todo nosso blues! Antes de me acusarem de desviado, desvairado e vagabundo, eu lhes digo, sou vadio tanto quanto qualquer gato negro em uma noite parda, mas dê uma olhada em você mesmo!
Meu cigarro aceso, minhas mãos desperdiçado todo o tempo ainda não gasto e entre copos meio vazios eu coloquei meu feitiço em você, por você ser minha!
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